BELO HORIZONTE - Obras para 2014


COMPLEXO CULTURAL

 

Está marcada para 2014 a entrega de um dos mais ousados projetos estatais para a cultura de Minas Gerais. Orçada em R$ 140 milhões e ocupando 14,4 mil metros quadrados no Barro Preto, em Belo Horizonte, a futura Estação da Cultura Presidente Itamar Franco abrigará as sedes da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, da Rádio Inconfidência e da Rede Minas de Televisão, incluindo ainda moderna sala de concerto para música erudita e espaço de convivência.

O terreno escolhido para a instalação do conjunto arquitetônico fica no quarteirão delimitado pelas ruas Gonçalves Dias, Tenente Brito Melo, Uberaba e Alvarenga Peixoto, próximo às avenidas do Contorno e Amazonas, vizinho ao 12º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro. Os trâmites de licitação para execução do projeto devem ser decididos este ano. A previsão é que as obras comecem no segundo semestre de 2012.

 “A intenção é investir na infraestrutura cultural do estado e do município, entendendo esse projeto como algo estratégico. Será a primeira sala de concerto especializada em música sinfônica no país e incluirá Minas Gerais nesse circuito, que é muito rigoroso. Os demais espaços brasileiros são adaptações, ou seja, não foram construídos para abrigar uma sala como essa. Acredito que ela terá visibilidade internacional”, afirma Eliane Parreiras, secretária de Estado de Cultura de Minas Gerais.

Com capacidade para 1,4 mil pessoas, a sala de concerto terá tratamento acústico diferenciado, com sistema de ajuste sonoro para repertórios distintos feito por um grande difusor móvel acima do palco e bandeiras acústicas nas paredes laterais. O espaço contará com infraestrutura para gravações de áudio e vídeo, iluminação cênica, pontos de apoio para equipes de televisão, segurança e acessibilidade a portadores de necessidades especiais.

Convivência A Rádio Inconfidência e a Rede Minas de Televisão serão instaladas em prédio de oito andares e terão estúdios e redação equipados com tecnologia de ponta. Como trabalharão de forma integrada, é dada como certa a transmissão dos concertos realizados no local por rádio e televisão. A propósito, as antenas transmitidoras serão um dos pontos de referência do conjunto arquitetônico, com formato estilizado e posicionadas sobre torre de 75 metros de altura.

A praça de entrada terá jardins, pérgula para sombreamento, bancos, lagos e café, distribuídos no centro de convivência com 8 mil metros quadrados. O imóvel hoje existente no local, tombado como patrimônio histórico do município, será restaurado para abrigar restaurante e café.

 



Escrito por Jean às 13h28
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




MINEIRÃO - IMAGENS



Escrito por Jean às 16h37
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




PAC VILA SÃO JOSÉ

Garantir condições dignas de moradia e qualidade de vida para famílias que vivem em áreas de risco. Este é um dos objetivos da Prefeitura de Belo Horizonte ao promover o reassentamento de cerca de 2400 famílias que viviam na Vila São José. Ao todo serão construídas 1480 unidades habitacionais.

A obra orçada em R$ 115 milhões (sendo R$ 11,5 milhôes de contrapartida da PBH) foi a primeira a ser iniciada em Belo Horizonte com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. Além de garantir melhores condições de moradias as obras contemplam a implantação de redes de água e esgoto, abertura e urbanização de vias, áreas de lazer e convivência e a canalização de um trecho do córrego São José. Até abril de 2009, 240 apartamentos de foram entregues.

O projeto viabilizará as obras de extensão da avenida Pedro II, interligando-a às avenidas Tancredo Neves e João XXIII.

 

 

Abaixo fotos das obras de interligação da Av. Dom Pedro II com a Av. Tancredo Neves.

  

 



Escrito por Jean às 12h36
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




A NOVA CATEDRAL DE BELO HORIZONTE

 

 

Duas colunas simbolizando os mistérios de Deus. Ou um barco com velas içadas pronto para ancorar na Região Norte da capital e, a partir desse porto, navegar em águas de paz, esperança e promoção social. O projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, de 103 anos, para a nova catedral da Arquidiocese de Belo Horizonte, já batizada de Cristo Rei, e publicado hoje com exclusividade pelo Estado de Minas, permite várias leituras, mas traz de concreto um compromisso: pôr em prática um sonho dos católicos desde a época de dom Antônio dos Santos Cabral, o dom Cabral (1884-1967), primeiro chefe da Cúria de BH. No próximo sábado, às 14h30, durante missa festiva no ginásio do Mineirinho, na Pampulha, o arcebispo metropolitano dom Walmor Oliveira de Azevedo fará o lançamento oficial do projeto da construção, que terá capacidade para 5 mil pessoas sentadas.

O arcebispo Dom Walmor está entusiasmado com a nova catedral metropolitana, que substituirá a de Nossa Senhora da Boa Viagem, no Centro da cidade, e vai ocupar 22 mil metros quadrados no Bairro Juliana, em frente à Estação BHBus/Metrô Vilarinho, na Avenida Cristiano Machado, sobre a referida estação está em construção o Shopping Estação BH. “A barca é a metáfora da Igreja na teologia antiga. Não queremos construir um elefante branco, mas dar o sentido mais genuíno à palavra catedral, que é o lugar onde o bispo exerce a missão de governar, ensinar e santificar. Além de um centro de espiritualidade, da mística, das celebrações e confraternização, pensamos na Catedral Cristo Rei como polo de educação e cultura.” Num depoimento à arquidiocese, Niemeyer escreveu: “Estou certo de que esse templo será o lugar mais visitado de Belo Horizonte e de Minas Gerais”.

O arcebispo enxerga ainda nas linhas criadas pelo arquiteto para a catedral metropolitana o maior de todos os mistérios de Deus – a encarnação do verbo. “Deus, por amor, assume a condição humana. São duas colunas arredondadas, uma delas gentil e generosamente se inclina sobre o conjunto, sustentando-o, erguida com leveza sublime do chão.” Outra visão seria de mãos postas, sinal reconhecido universalmente como gesto e atitude de prece. Niemeyer concebeu para a construção de 40 mil metros quadrados duas colunas com 100 metros de altura sobre um espelho d’água, campanário de 40 metros de altura, com sete sinos, e uma cruz de 20 metros, na cor branca. Na base de todos os monumentos, haverá uma praça para receber de 15 mil a 20 mil pessoas.

Contribuição Fundamental

GALERIA DA GRATIDÃO

Espaço especial para inscrever as contribuições para a construção da Catedral Cristo Rei, Aqui estarão eternizados no tempo, iluminando os dias vindouros, os nomes de grandes e corajosos apoiadores, inteligentes na compreensão do presente que Belo Horizonte, a Região Metropolitana, Minas Gerais mereceu. Seu nome! O nome da sua empresa! Sua família! Gratidão para sempre. Graças e Bênção de Deus...

Faça parte desta obra!  (31) 3209 3559



Escrito por Jean às 10h29
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




REFORMA DO GIGANTE DA PAMPULHA

O estádio passa por modificações para atender à extensa lista de requisitos e encargos exigidos pela Fifa. São necessárias obras para melhorar o acesso ao estádio, que fica localizado na região da Pampulha, ampliar o sistema de segurança e as condições de visibilidade do gramado, modernizar vestiários, banheiros, assentos, estacionamentos e áreas comuns de circulação, aumentar a qualidade de serviços e produtos, entre outras modificações. 

O projeto arquitetônico do novo estádio, que conta com uma esplanada com cerca de 70 mil metros quadrados, é uma espécie de convite à prática esportiva, ao lazer e às atividades culturais. O futuro Mineirão será um equipamento integrado ao acervo da Pampulha, cartão postal e patrimônio histórico de Belo Horizonte.

 

O projeto de modernização do Mineirão também apresenta alternativas para assegurar a utilização racional de recursos naturais. Um dos exemplos é a reutilização da água da chuva. O projeto prevê a implantação de um sistema de captação de água de chuva com a capacidade de armazenamento de 6.270 m³ (6.270.000 litros). Esse volume seria suficiente, por exemplo, para suprir a necessidade de consumo de água do Mineirão, antes do fechamento (o consumo médio mensal era de 4.400 m³ ao mês, considerando-se sete jogos no período, o funcionamento administrativo e o atendimento a visitantes).

Outro bom exemplo é a produção de energia por meio de células fotovoltaicas. Essas células são dispositivos capazes de transformar a energia luminosa, proveniente do Sol sol ou de outra fonte de luz, em energia elétrica. Estudo desenvolvido pela Cemig aponta para a possibilidade de instalar no Mineirão um sistema com capacidade de aproximadamente um megawatt. A geração de energia, que depende da luz solar, equivalerá  à alimentação de 700 residências de médio porte.



Escrito por Jean às 09h53
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




MEGAEMPREENDIMENTO DA MODA EM CONFINS - Fashion City Brasil

 

Um megaempreendimento na área da moda e de negócios voltados para o segmento, no qual serão investidos R$ 300 milhões, está prestes a ser viabilizado em Confins, na divisa com Pedro Leopoldo, a quatro quilômetros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Formado por dois centros de compras (atacado e varejo), um centro de convenções, uma universidade da moda e três hotéis, o Fashion City Brasil (FCB) será instalado numa área oito vezes maior do que a ocupada pelo BH Shopping.

O investimento principal, de R$ 40 milhões, foi feito pela MDV – Precon Park, dona da área de 400 mil metros quadrados onde o FCB será construído. Bruno Dias, presidente da Precon Engenharia, explica que o plano de negócios estará pronto para ser apresentado a investidores em junho. “Já fizemos três rodadas de apresentações”, diz. Ele espera fechar o grupo de investidores – com empresários do ramo de atacado de moda, empreendedores que atuam no Brasil têm interesse no ramo, investidores comuns e de shopping centers e fundos de investimento – em no máximo três meses.

A Precon Engenharia vai usar sua estrutura na fabricação de pré-moldados, localizada em Pedro Leopoldo, na construção do polo de moda. Os empreendedores buscam parceiros para o negócio, que visa atrair compradores de roupas, calçados, acessórios e bijuterias de todo o país oferecendo 1,2 mil marcas nacionais e estrangeiras. Hoje, o maior centro desse tipo em território brasileiro funciona em São Paulo, com 330 marcas. No Sul do país existem 25 pequenos polos de atacado, mas o foco está direcionado principalmente para negócios, com a moda em segundo plano.

A expectativa é de que o Fashion City Brasil fature, inicialmente, R$ 2 bilhões ao ano e crie 5,5 mil postos de trabalho. A previsão é de que as obras comecem em 2012 e sejam concluídas em 18 meses, ou seja, às vésperas da Copa do Mundo de 2014. “O Fashion City Brasil é um empreendimento voltado para o business da moda. Serão 25 eventos anuais com estilistas nacionais e internacionais para a divulgação do conceito de moda do FCB”, explica o empresário Omar Hamdam, da Hamdam Consultores, investidor e um dos desenvolvedores do negócio. “Serão 30 marcas de Belo Horizonte, das quais 15 já estão sendo preparadas para entrar no empreendimento”, diz. As demais grifes virão do interior de Minas, do restante do país e até do exterior. “Faremos a curadoria das marcas nacionais e internacionais para garantir um mix eficiente para atender a necessidade dos lojistas do país inteiro”, explica Hamdan.

Pesquisa realizada pelos empreendedores mostra que São Paulo é um polo de moda saturado, ao qual os compradores mostram rejeição, principalmente por causa dos problemas de acesso e segurança. Segundo o levantamento, 50% da moda comercializada em Belo Horizonte é comprada por clientes que vêm do Nordeste, que usam o avião como meio de transporte para chegar até aqui. “A proximidade com o aeroporto internacional é fundamental para o sucesso do negócio. O FCB atende aos interesses das empresas do setor porque vai criar uma sinergia entre empresas de vestuário, calçados, acessórios e bijuterias”, acredita o presidente da Marcel Philippe, Michel Aburachid. Ele próprio está interessado em instalar-se no FCB. “Mas será necessária uma seleção. É preciso tomar cuidado com o operacional, não dá para receber empresas que estão simplesmente pagando para entrar”, alerta.

Renné Wakil, presidente da Citerol, fabricante de uniformes, e dono da Multiform, especializada na venda de moda corporativa, vai conhecer detalhes do projeto amanhã, mas já avisa que está interessado em participar. “Será uma grande oportunidade de colocar toda as empresas juntas, atraindo diversos tipos de clientes. O potencial de negócios é real”, observa. Para Olavo Machado, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), a organização de polos atacadistas de moda é uma tendência mundial. “O projeto vai abrir mercado em Minas, estimulando a vinda de empresas e compradores de fora.”

Pesquisa realizada pelos empreendedores nos 15 estados do Brasil com maior índice e potencial de aquisição de vestuário em Belo Horizonte aponta que um mix de produtos diversificados atrairá de forma decisiva os compradores nacionais para o polo de distribuição de moda. Para ser bem-sucedido nesse segmento, aponta Omar Hamdam, o tamanho do empreendimento é fundamental. Por isso, segundo ele, a área em que o Fashion City Brasil será instalado é oito vezes maior que a do BH Shopping, incluindo o espaço ocupado pelo estacionamento e pelo hipermercado.

O levantamento mostra que 70,2% dos lojistas instalados nos 15 estados que mais compram moda no país viajam para abastecer suas lojas. Os meios de transportes para conhecer e adquirir as coleções se distribuem de modo equilibrado: avião (32,9%), carro (33,1%) e ônibus (33,9%). No entanto, para chegar a BH a maioria opta pelo transporte aéreo. Além disso, 57,6% lojistas que viajam o fazem pelo menos uma vez por mês. O valor médio gasto em compras é de R$ 17,9 mil por viagem. Os lojistas pesquisados têm em média 13,5 fornecedores, o que vai exigir do shopping um mix abrangente e diversificado, aponta Hamdam. E 75,2% dos entrevistados se hospeda em hotéis.

Metade dos varejistas que participaram da pesquisa aponta São Paulo como o principal centro de compras do país. Em seguida aparece Belo Horizonte , com 20% dos votos, Rio de Janeiro com 5,2%, Fortaleza com 4,3% e Goiânia com 4%. Por outro lado, quando questionados sobre o local onde um empreendimento desse tipo deveria ser implantado, 23,2% escolheram Belo Horizonte; 12,6%, São Paulo; 6,7%, Rio de Janeiro; 6%, Goiânia; 5,7%, Fortaleza e 5%, Salvador.

Segundo João Delpino, investidor que faz parte do grupo que desenvolveu o projeto, o modelo de negociação do empreendimento ainda está sendo definido. “Estamos terminando a modelagem e fechando com o operador do shopping. Esta fase deve ser concluída em um mês.” Outra etapa que está sendo tocada é o detalhamento arquitetônico do projeto.



Escrito por Jean às 09h54
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 



Meu perfil
BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, Homem
Histórico
Outros sites
  UOL - O melhor conteúdo
  BOL - E-mail grátis
Votação
  Dê uma nota para meu blog