BELO HORIZONTE - Obras para 2014


RODOANEL BH

Existe uma solução para boa parte dos problemas do trânsito de Belo Horizonte. O Rodoanel, um contorno que vai ligar as rodovias que cortam a região metropolitana e retirar de dentro das cidades o tráfego de veículos pesados, é uma alternativa para reduzir os congestionamentos e acidentes na capital, como o que aconteceu na noite da última quarta-feira na avenida Nossa Senhora do Carmo, envolvendo uma carreta. Apesar da necessidade urgente da obra, discutida há pelo menos 20 anos, a proposta está engavetada, à espera de uma atitude do governo federal, responsável pela execução.

O que existe até hoje é só um estudo básico do traçado das alças Norte, com 67,5 km, e Sul, com 35 km. Primeiro passo para a via se tornar realidade, a licitação do projeto executivo está prometida pela superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em Minas Gerais para ser publicada ainda neste mês. O órgão, no entanto, fez anúncios semelhantes pelo menos quatro vezes nos últimos dois anos.

A exclusão do Rodoanel da lista de prioridades do governo federal faz aumentar a desconfiança sobre a publicação imediata da concorrência. Por indicação de técnicos do Ministério do Planejamento, a presidente Dilma Rousseff vetou o projeto no Plano Plurianual (PPA) 2012-2015, justificando que a iniciativa se sobrepõe a outra prevista no documento, a revitalização do Anel Rodoviário.

"O governo cometeu um erro grave. São obras distintas, que, apesar de se complementarem, cumprem objetivos diferentes", analisa o conselheiro do Instituto da Mobilidade Sustentável Rua Viva, João Luiz da Silva Dias. Antes de ser sancionado por Dilma, em janeiro, o plano plurianual foi aprovado pelo Congresso Nacional. É a partir do PPA que se decide a liberação de verbas.

O Ministério dos Transportes, ao qual o Dnit está vinculado, não explicou se a retirada do Rodoanel do PPA pode atrasar ou até impedir a licitação. Para que a obra seja novamente incluída na relação de prioridades, o Congresso precisa derrubar o veto da presidente.

Há 11 dias, o diretor geral do Dnit, general Jorge Fraxe, prometeu a políticos da bancada mineira em Brasília que a concorrência será publicada até julho - um mês além do prazo dado pela superintendência do órgão em Minas. O recurso para a primeira etapa está disponível, conforme o Dnit. A verba a ser liberada é estimada em R$ 3,6 milhões. No total, a construção das alças custaria R$ 1 bilhão.

Histórico. Embora especialistas alertem sobre a importância do Rodoanel há décadas, o projeto começou a ganhar corpo em 1999, quando uma missão do Banco Mundial (Bird) classificou a obra como fundamental para ajudar a resolver parte dos gargalos logísticos da região metropolitana.

O projeto básico da alça Norte foi elaborado entre 2001 e 2004, a pedido do Dnit. O da Sul foi produzido em 2010 por encomenda da Fiat Automóveis - interessada na construção do trecho que atenderia Betim, onde fica a montadora.

Anel será principal beneficiado
O maior objetivo do Rodoanel é permitir que o tráfego das BRs 381, 262 e 040 deixe de usar a região metropolitana de Belo Horizonte como corredor. Muitos caminhões carregados transitam desnecessariamente pela área urbana rumo a municípios do interior e a outros Estados.

A via mais sobrecarregada por esse fluxo pesado é o Anel Rodoviário, por onde passam diariamente 25 mil veículos de carga. Estimativas feitas pelo Dnit na década passada mostraram que o contorno metropolitano retiraria pelo menos metade dos caminhões do Anel.

Construída nos anos 50, a via tinha características de tráfego rodoviário, mas hoje é de uso misto, com mais de 120 mil veículos de todos os tipos circulando diariamente. A perigosa combinação de carretas, veículos de passeio, ônibus e motos resulta em acidentes e atropelamentos diários, com reflexos em avenidas importantes. O Dnit, responsável pelo Anel, admite que o trecho opera "acima do limite de sua capacidade". Esperada há anos, a revitalização do Anel poderá ser autorizada nos próximos dias.

Outras vias como as avenidas Cardeal Eugênio Pacelli, em Contagem, e Amazonas, em Belo Horizonte, além da Via Expressa, que corta os dois municípios e Betim, sofrem as consequências da ausência de uma ligação entre as rodovias federais.

"A passagem dos veículos pesados por dentro das cidades castiga os moradores e os próprios caminhões, que enfrentam os congestionamentos do tráfego urbano e gastam mais tempo e combustível", analisa o economista João Luiz da Silva Dias, conselheiro do Instituto Rua Viva, ONG da capital que defende o Rodoanel. (JT)


Construção do trecho só deve começar em 2014

Mesmo que a concorrência para o projeto de engenharia do Rodoanel seja publicada até julho, a construção dificilmente vai começar em 2013. Estima-se que a elaboração das plantas deverá demorar um ano e meio. Depois disso, ainda será preciso licitar a obra, o que vai levar alguns meses. Se tudo correr como esperado, só será possível ver homens e máquinas trabalhando em 2014.

"O problema no Brasil é que demoram tanto a fazer as obras que, quando fazem, já é tarde", critica o empresário Marcos Santana, vice-prefeito da capital entre 1997 e 2000 e hoje conselheiro do Instituto Horizontes.

O Planejamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Plambel), feito nas décadas de 70 e 80, já defendia a construção do Rodoanel. A obra também é uma das bandeiras do Instituto Horizontes. "Infelizmente, falta vontade política para a obra se concretizar. Temos que continuar cobrando", diz Santana. (JT)



Escrito por Jean às 11h44
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VETOR NORTE BOMBA



Escrito por Jean às 11h38
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AEROPORTO INTERNACIONAL TANCREDO NEVES

Video elaborado para o Governo do Estado de Minas Gerais, mostra o projeto executivo feito pela consultoria Changi Airport. Nele podemos ver como deve ficar o Aeroporto Internacional Tancredo Neves em Belo Horizonte.



Escrito por Jean às 16h04
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AGORA SIM, FINALMENTE UM HOTEL 5 ESTRELAS

O patinho feio vai virar cisne. O inacabado arranha-céu de 27 andares e que é o marco da feiúra da Região Central de Belo Horizonte, no Bulevar Arrudas, vai se transformar em um hotel de luxo. O maior elefante branco da capital, que durante muitos anos foi alvo de pichadores e acúmulo de sujeira, promete ser o ícone de atração de investimentos. A obra do empreendimento, de categoria cinco estrelas, começa neste mês e vai consumir investimentos de R$ 200 milhões. A previsão é de que fique pronto em dezembro de 2012.

O hotel vai ter 405 apartamentos de luxo, com medidas de 40 metros quadrados, além de quatro suítes presidenciais de 90 metros quadrados cada e uma suíte real de 230 metros quadrados. O edifício, todo em vidro, vai ser idealizado por arquitetos nacionais e internacionais. E o luxo vai se espalhar por todo hotel, que vai contar, por exemplo, com spa da marca francesa L’Occitane. “Falta hotel de alto padrão e capacidade de atendimento de muitas pessoas na capital”, observa Daniel Vorcaro, diretor-executivo do grupo Multipar Empreendimentos, idealizador do projeto. O hotel vai ter ainda centro de convenções de 4,5 mil metros quadrados com auditório para 1 mil pessoas, salas de reuniões, restaurante de padrão internacional, vista panorâmica, heliponto e complexo de fitness.

O negócio, que seria desenvolvido pelo grupo norte-americano Wyndham, dono da marca Ramada, mudou de mãos. Agora o empreendimento vai ser construído por um grupo de empresários e fundos de investimentos mineiros e paulistas, batizado de Royal Tulip Belo Horizonte. A gestão hoteleira vai ser da Brazil Hospitality Group (BHG), resultado da fusão entre InvesTur e Las Hotels, que tem como principal acionista a GP Investimentos. Os incorporadores são o RFM, a Pacific Realty e a Blackwood. A obra ficará por conta da M.Roscoe.

O hotel vai ser grande atrativo de negócios para a região. O grupo de incorporadores já tem projetos para desembolsar, em média, mais R$ 100 milhões em empreendimentos comerciais de luxo no bulevar. A área, caracterizada pela boemia e concentração de shoppings populares, vai mudar de cara, garante os investidores. “Nós nos espelhamos na famosa Avenida Berrini, em São Paulo”, ressalta Henrique Moura Vorcaro, presidente do Multipar. A avenida, que durante muitos anos foi pouco desenvolvida, hoje é uma das mais luxuosas da capital paulista. Cerca de 60% dos apartamentos vão ser vendidos para investidores privados. O lançamento está previsto para 16 de novembro.

O projeto originário do edifício previa a construção de um hotel, que seria batizado de Beira Rio, em alusão ao Ribeirão Arrudas. O hotel, que jamais foi inaugurado, tinha projeto arrojado para a época e o destaque era a fama de ser o único da capital com heliponto. Até então, o Othon Palace, inaugurado no fim da década de 1970, na Avenida Afonso Pena, era visto como o único concorrente de peso em Belo Horizonte. Mas, poucos anos depois do início das obras, o recurso secou. Em 2006, o poder público ventilou a possibilidade de transformar o prédio, em parceria com a iniciativa privada, em condomínio residencial. O projeto, no entanto, não foi pra frente. Os herdeiros do empresário que começou a construí-lo avaliaram que os lucros seriam baixos.

Fonte: Estado de Minas



Escrito por Jean às 22h36
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SHOPPING ESTAÇÃO BH - LINHA VERDE - ESTAÇÃO VILARINHO

As obras do Shopping Estação BH, fizeram parte do roteiro do presidente da CBTU Francisco Colombo. Acompanhado pelo superintendente, José Dória, ele foi recebido pelo Coordenador de Novos Negócios da BRMalls, Rodrigo Studart, que detalhou o andamento das obras do novo Shopping Estação BH. O Centro Comercial é o maior empreendimento do gênero na RMBH e promete oferecer novos serviços e comodidade para cerca de um milhão de pessoas em sua área de abrangência.  A estimativa de público projetada para o novo centro comercial passa de 211 mil pessoas/dia e a obra deve estar concluída em abril de 2012.

Francisco Colombo percorreu o 1º nível da edificação, que vai comportar parte das 262 lojas previstas para o empreendimento, além de conhecer um protótipo da área de circulação, já com as instalações de piso e teto com acabamento final.

 

Nos próximos meses, o canteiro de obras do Estação BH vai dobrar de tamanho. O número de trabalhadores no local deve crescer de 350 para cerca de 1000 operários. A entrega das primeiras lojas está prevista para novembro de 2011. Segundo a BRMalls, 100% das âncoras e mais de 80% das lojas satélites, já foram comercializadas.  

 

 

 

 

 

 



Escrito por Jean às 16h26
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AGORA SIM O METRÔ VEM

 

A presidente da República, Dilma Rousseff, esteve em Belo Horizonte nesta sexta-feira, dia 16, para anunciar, na sede da Prefeitura de Belo Horizonte, no Centro, mudanças no sistema do metrô da capital e investimentos em outras intervenções de mobilidade urbana na cidade. Os recursos aplicados totalizam R$ 3,16 bilhões do PAC Mobilidade Grandes Cidades para a Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os recursos serão utilizados na implantação e na revitalização de linhas do metrô da cidade, na implantação de terminais metropolitanos em sete municípios da região e na complementação do Complexo da Lagoinha. Além de anunciar os investimentos, Dilma Rousseff visitou as obras do Mineirão e dos viadutos de interseção das avenidas Antônio Carlos e Abraão Caram (confira mais detalhes sobre as visitas na contracapa desta edição).

O investimento total no metrô de Belo Horizonte será de R$ 2,95 bilhões, sendo R$ 1,75 bilhão do Governo Federal. O Governo do Estado e a Prefeitura de Belo Horizonte articulam a contratação de uma Parceria Público Privada (PPP), que vai proporcionar o investimento de R$ 1,2 bilhão. A linha 1 será contemplada com obras de expansão e modernização, que incluem a construção das estações Novo Eldorado, em Contagem, e Calafate II, para a conexão com a linha 2, além da melhoria dos acessos nas estações em operação. Também serão implantadas as linhas 2 e 3. Na linha 2, será implementado o trecho Barreiro/Calafate II, com 10 quilômetros de via dupla, cinco estações e sete trens. Já na linha 3, será construído o trecho Savassi/Lagoinha, que terá 4,5 quilômetros de via, cinco estações e cinco trens. Com os investimentos, a capacidade de atendimento do metrô será ampliada de 170 mil para 850 mil passageiros.

Dilma Rousseff destacou a relevância das intervenções de mobilidade urbana que estão sendo realizadas na capital e reiterou a importância da ampliação do metrô para Belo Horizonte e sua Região Metropolitana. “Reconhecendo o esforço da Prefeitura de Belo Horizonte em viabilizar esse projeto, estou aqui para anunciar este investimento do Governo Federal. Mais importante do que os valores investidos é a qualidade da proposta apresentada pela Prefeitura de Belo Horizonte e pelo Governo do Estado de Minas Gerais. O objetivo do projeto é, antes de tudo, a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”, destacou. A presidente enfatizou os benefícios que serão gerados com a execução da proposta criada. “O brasileiro quer mais conforto, mais segurança e mais rapidez. Eu acredito que o projeto apresentado para a ampliação do metrô contempla muito bem essas três características”, afirmou.

A presidente também fez menção ao início da contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2014, já que a partir da própria sexta-feira, dia 16, faltavam mil dias para o início do Mundial. Ela disse que as obras na capital mineira nascem sob bons auspícios do rei Pelé, embaixador honorário da Copa, “um especialista em mil” (ao longo de sua carreira profissional, Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, fez 1.283 gols).

Outras intervenções

Os recursos do PAC também serão investidos na construção de 11 terminais metropolitanos de integração de transporte em sete municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Serão três terminais em Contagem, dois em Santa Luzia, dois em Ribeirão das Neves, um em Vespasiano, um em Sabará, um em Ibirité e um em Sarzedo. O valor total das obras é estimado em R$ 164 milhões, sendo R$ 29 milhões do Governo do Estado.

Além dos terminais, os investimentos englobam a complementação do Complexo da Lagoinha, que interliga o Centro e as regiões Leste e Oeste da capital às avenidas Cristiano Machado, Antônio Carlos e Pedro II. Com a intervenção, o complexo passará a contar com um corredor de ônibus, visando facilitar o trânsito na região. Os investimentos para a obra são estimados em R$ 131 milhões, sendo R$ 3 milhões da Prefeitura de Belo Horizonte.

O prefeito Marcio Lacerda participou da solenidade de anúncio dos investimentos, evento que contou também com as presenças do governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia, dos ministros do Esporte e das Cidades, Orlando Silva e Mário Negromonte, do embaixador honorário do Brasil na Copa do Mundo de 2014, Pelé, e dos prefeitos dos sete municípios envolvidos nos projetos de mobilidade urbana, entre outras autoridades.

Desenvolvimento

A presidente Dilma Rousseff enfatizou que o metrô de Belo Horizonte faz parte do projeto de crescimento desenvolvido pelo Governo Federal e contribui para que os mineiros possam contar com uma estrutura de transporte à altura de Minas Gerais. “Ver obras de mobilidade urbana em andamento e constatar que temos investimento para o metrô permite que eu diga que continuar investindo em infraestrutura é parte da estratégia para que o Brasil mantenha o desenvolvimento adequado. Esta é a melhor maneira de dizer não à crise e sim ao crescimento e à melhoria da qualidade de vida dos brasileiros”, destacou.

Marcio Lacerda afirmou que Belo Horizonte está passando por um processo de mudança muito positivo e contribuindo para que o Governo Federal cumpra o compromisso com o desenvolvimento do país. “Temos fatos concretos que nos deixam otimistas e entusiasmados com o processo de transformação pelo qual Belo Horizonte está passando. A presidente tem conduzido o desenvolvimento econômico e a melhoria da infraestrutura de maneira muito adequada. Nossa contribuição para isso inclui oito obras de mobilidade urbana, cinco em plena execução e três em fase de contratação”, destacou.

Fonte: PBH



Escrito por Jean às 17h28
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RODOANEL PARA DESAFOGAR BH

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) recebeu autorização do Ministério dos Transportes para licitar a elaboração do projeto executivo do Rodoanel Norte de Belo Horizonte. A expectativa é que o edital seja publicado até outubro. A elaboração do projeto deve demorar um ano e meio. Ainda não há previsão de quando vão começar as obras. O Rodoanel deverá ocupar um trecho de 67,5 km, cortando oito municípios da região metropolitana.

A superintendência regional do Dnit em Minas Gerais informou que está fazendo a atualização dos valores da planilha, já que os números dos projetos preliminares ficaram defasados. Em janeiro, o órgão confirmou que o projeto executivo estava orçado em R$ 3,6 milhões e a obra teria custo estimado em R$ 1 bilhão. A nova planilha deve ser encaminhada para a sede do Dnit, em Brasília, até o fim do mês, para que seja publicado o edital.

O senador mineiro Clésio Andrade (PR), que anunciou a novidade ontem em Brasília, afirmou que a ordem do Ministério dos Transportes inclui também a autorização para o projeto executivo da alça Sul do Rodoanel. No entanto, o Dnit em Minas só confirmou a elaboração do plano para a construção da alça Norte.

Clésio mostrou o que seria o traçado das duas alças. A Norte deve ligar dois pontos da BR-381, entre Betim (próximo ao viaduto da Krupp) e Sabará (altura do trevo de Ravena), formando uma alça que passará por Contagem, Ribeirão das Neves, Pedro Leopoldo, São José da Lapa, Vespasiano e Santa Luiza. Já o vetor Sul, com 35 km, sairia do mesmo ponto da 381 em Betim e atravessaria Ibirité até a BR-040, na saída para o Rio de Janeiro.

"Depois de terminar o projeto, vamos em busca dos recursos", afirmou o senador, que é presidente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Ele espera que as obras comecem até 2013.

A nova ligação viária é esperança de melhoria no trânsito da região metropolitana, já que poderá servir de rota para boa parte das carretas que hoje trafegam pelo Anel Rodoviário. Para o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Teodomiro Diniz Camargos, a rodovia vai favorecer o desenvolvimento econômico das cidades. "Era preciso que a obra já estivesse sendo feita, mas, de qualquer modo, é um anúncio bem-vindo", disse.

A Fiemg acompanha há anos as negociações para a construção do Rodoanel. Segundo Camargos, empresas do polo industrial de Betim, principalmente a Petrobras e a Fiat, batalham para que a alça Sul também saia do papel.

Fonte: Jornal O Tempo



Escrito por Jean às 12h05
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MOBILIDADE URBANA PARA A COPA - OBRAS PARA INÍCIO IMEDIATO

Interseção Pedro I - Vilarinho

Valor da obra: R$ 43.489.919,12
Início previsto: 30 de agosto de 2011
Término previsto: fevereiro 2013
Serviços:

  • Viaduto da Avenida Pedro I sobre a Avenida Vilarinho (pista de BRT) - Viaduto Estação Norte - Sul
  • Trincheira sob a MG-010 (BRT - Estação Vilarinho)
  • Trincheira sob a Avenida Pedro I (BRT - Avenida Vilarinho)
  • Alargamento do viaduto da Avenida Pedro I sobre a Avenida Vilarinho
  • Passarela sobre alça do trevo Vilarinho (ligação com o Hospital Risoleta Neves) - Passarela no viaduto da Avenida Pedro I sobre a Avenida Vilarinho

BRT Antonio Carlos / Pedro I - Centro-Pampulha

Valor da obra: R$ 23.198.329,82
Início previsto: 30 de agosto de 2011
Término previsto: abril de 2012
Serviços:

  • Implantação de pavimento rígido de concreto na Avenida Antônio Carlos, entre o Viaduto São Francisco e a Rua José Dias Bicalho. Alargamento e recuperação do Viaduto A (70cm de cada lado), no Complexo da Lagoinha.

BRT Cristiano Machado

Valor da obra: R$ 36.347.815,27
Início previsto: 30 de agosto de 2011
Término previsto: agosto de 2012

  • Adequação da atual pista exclusiva para a operação junto ao canteiro central, utilizando uma faixa por sentido, com faixa adicional para ultrapassagem nas estações de transferência;
  • Implantação de terminais/estações de transferência nos dois sentido da via;
  • Reforma da Estação São Gabriel com adequação das plataformas ao sistema de embarque proposto.

Boulevard Arrudas Tereza Cristina

Prevê a implantação do Boulevard Arrudas, na avenida Teresa Cristina, trecho entre avenida do Contorno e a rua Extrema.

Valor da obra: R$ 145.284.442,19
Início previsto: 30 de agosto de 2011
Término previsto: janeiro de 2013
Serviços:

Recuperação estrutural da laje de fundo e paredes, recobrimento do canal, construção de viaduto sobre as linhas férreas, ciclovia, novas pistas de rolamento, implantação de novo paisagismo, sinalização, recuperação e ampliação da drenagem pluvial.

VIA 210 - Ligação Via do Minério / Teresa Cristina

Valor da obra: R$ 59.005.262,59
Início previsto: 30 de agosto de 2011
Término previsto: novembro de 2012


A Via 210 representa uma ligação viária entre as regiões Oeste e Barreiro do município. A diretriz viária conecta duas vias arteriais de grande capacidade e abrangência metropolitana (Via do Minério e Av. Teresa Cristina) que hoje são ligadas de forma precária através do sistema local dos bairros adjacentes e usando parte da malha do município de Contagem.

O eixo principal da via 210 possui 1.640 metros de extensão e 36 metros de largura, delimitado pela Avenida Teresa Cristina, no bairro Betânia, até o viaduto de transposição do Anel Rodoviário, na Av. Waldyr Soeiro Emrich.

Fonte: PBH



Escrito por Jean às 22h25
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A NOVA PEDRO II

Fonte: Jornal O Tempo



Escrito por Jean às 13h51
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FINALMENTE A REVITALIZAÇÃO DO ANEL RODOVIÁRIO SAIRÁ DO PAPEL

A modernização e a revitalização dos 26 quilômetros do Anel Rodoviário de Belo Horizonte podem começar a ser executadas no fim do ano ou no início de 2012. De acordo com o vice-prefeito da capital, Roberto Carvalho (PT), a presidente Dilma Rousseff (PT), atendendo a apelos, autorizou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) a abrir licitação em cima do projeto já existente, que foi liberado depois de correções exigidas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), por suspeita de superfaturamento.

“Argumentamos com a presidente que, se fosse feito novo projeto executivo, a obra só começaria em 2013 e temos pressa em reformar a via”, diz o vice-prefeito. O projeto foi recebido pelo Dnit em 2007, mas, antes de ser licitado, o TCU apontou 12 pontos questionáveis, que somavam mais de 300 milhões ao custo estimado de R$ 837 milhões. Depois das correções, o projeto foi liberado.

Para a execução da obra no Anel – construção de seis viadutos, 11 trincheiras, oito passarelas, áreas de escape e reformulação de trevos, entre outras intervenções –, é necessário o remanejamento de 2,4 mil famílias que vivem em condições subumanas em áreas ocupadas. De acordo com o vice-prefeito, será assinado convênio com a Prefeitura de BH para reassentá-los, por meio do projeto Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. Como o processo licitatório demanda 90 dias, se não houver nenhum acidente de percurso de natureza jurídica, a obra poderia começar no fim do ano, segundo Roberto Carvalho.

O projeto, doado pela Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), prevê três eixos temáticos no Anel: o primeiro começa na BR-040, saída para o Rio, Região Centro-Sul, e termina na Avenida Amazonas, com projeções de áreas de lazer e uma arena para eventos. O segundo, da Amazonas até a Avenida Cristiano Machado, tem propostas de empreendimentos de utilidade pública, como centro de especialidades médicas, posto de policiamento e do Corpo de Bombeiros e outros serviços. O terceiro, entre a Cristiano Machado e o início da BR-381, no Bairro Goiânia, Região Nordeste, seria destinado à construção de conjuntos habitacionais.

A informação de que a presidente autorizou nova licitação não pôde ser confirmada pelo Dnit, em Brasília, diante do horário em que foi divulgada, após as 18h. A superintendência em BH, por meio de assessoria, diz desconhecer a liberação. Mas o vice-prefeito afirma ter confirmação do chefe de gabinete da Casa Civil, Giles de Azevedo, e da ministra do Planejamento, Míriam Belchior. Na noite dessa quinta-feira, a área técnica da ministério não conseguiu contato com a titular da pasta para comentar o assunto.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/08/26/interna_gerais,247207/obra-no-anel-rodoviario-tem-esperanca-renovada.shtml



Escrito por Jean às 10h14
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RECUPERAÇÃO DA LAGOA DA PAMPULHA

 

AS PROMESSAS DA PREFEITURA

Prezado Jean,

 

Incumbiu-me o Sr. Prefeito Márcio Lacerda de informar-lhe as ações em desenvolvimento na bacia do Ribeirão Pampulha, que culminarão com o saneamento da Lagoa.

 

Estas ações podem ser sintetizadas em três etapas concomitantes:

 

1 - Cronograma em execução pela Copasa, PBH e Contagem - meta 2014 - pelo qual estão sendo implantadasas redes de esgoto faltantes, os interceptores, o emissário e elevatórias que, até junho de 2013 retirarão os esgotos da Lagoa.  Conduzidos por emissário estes esgotos serão tratados na ETE/ONÇA, já ampliada para este fim.

 

2 - A Prefeitura  está preparando edital de licitação para a retirada de, aproximadamente, 700.000 toneladas de resíduos, desassoreando a Lagoa e recuperando o espelho d`água;

 

3 - Após o desassoreamento será feita a limpeza e recuperação da qualidade da água da Lagoa. Para definir a tecnologia a ser utilizada, bem com a empresa, a PBH fez um Chamamento Público, cujas propostas estão em fase de análise.

 

Todas estas intervenções deverão estar concluídas até o final de junho de 2013. Somando as inúmeras obras de infra estrutura, ao controle das ocupações urbanas para diminuir o carreamento de terra e ao trabalho de conscientização da população para evitar lixo em lotes vagos, vias e margem de córregos, realizaremos, finalmente, o sonho de ver o nosso cartão postal saneado.

 

Agradecendo pela preocupação e confiança, colocamo-nos ao V. inteiro dispor.

 

Atenciosamente,

 

Osmando Pereira

Secretário Adm. Regional Pampulha

 

 

Audiência Pública

Sobre o item 3 , no dia 11/05/2011 houve audiência pública , promovida pelo vereador Sérgio Fernando (PHS), na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte que pôs em discussão os rumos da Lagoa da Pampulha, um dos principais cartões-postais da capital. Dois temas lideraram o debate: a chamada pública para empresas interessadas em tratar a água da lagoa e a classificação da qualidade da água da Pampulha. A meta proposta é que com a limpeza a lagoa atinja classificação Classe 3. "As águas continuarão impróprias para consumo humano, portanto, qualquer contato com o reservatório deve ser evitado, mas poderemos pescar, praticar esportes náuticos sem tocar na água. A Classe 2 é possível de ser atingida, é uma meta, mas em um segundo momento", assegurou o representante da Secretaria Municipal de Obras, Ricardo de Miranda Aroeira.

Para o vereador Sérgio Fernando (PHS), a questão da Pampulha exige um enfrentamento efetivo e altos investimentos. "Ao longo do tempo, os governantes optaram por soluções paliativas a encarar o problema de frente, porque é mais fácil e prático. Mesmo assim, hoje, contamos com tecnologias e técnicas que permitem resolver de uma vez por todas esse problema e por isso acredito que, em pouco tempo, tendo boa vontade e disposição, vamos recuperar a lagoa", diz.

 

Fontehttp://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/05/11/interna_gerais,226950/esportes-nauticos-poderao-ser-praticados-na-lagoa-da-pampulha-depois-de-despoluicao.shtml



Escrito por Jean às 15h38
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MODERNIZAÇÃO LINHA FÉRREA BH-SABARÁ

Trilhos de fabricação chinesa, sem similar nacional, começam a chegar neste mês a Minas Gerais dando início às obras de duplicação e modernização da linha férrea que liga o Bairro do Horto, em Belo Horizonte, a General Carneiro, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Orçado em R$ 138 milhões, o projeto vai eliminar o maior gargalo no escoamento dos grãos produzidos no Centro-Oeste do país, em São Paulo e Noroeste de Minas, do aço fabricado nas usinas mineiras e da distribuição de combustíveis, produtos que passam diariamente por esse trajeto de 8,3 quilômetros. A região do gargalo é o ponto de interligação de três das maiores ferrovias, a Centro-Atlântica e a Estrada de Ferro Vitória a Minas, controladas pela Vale, e a da MRS Logística, responsáveis pelo transporte de carga até os portos de Vitória, do Rio de Janeiro e do litoral paulista.

 

São 28 trens trafegando por dia entre BH e Sabará a baixa velocidade, de 40 km/h, em consequência das curvas sinuosas e de raios curtos, rampas que restringem o desempenho das composições e do encontro da ferrovia com o asfalto. O trem de passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas também usa a malha para alcançar a Estação Central de Belo Horizonte. Com o crescimento urbano desordenado da região, a linha férrea foi espremida ao longo do processo de ocupação pelos moradores, que hoje somam 250 mil pessoas em 10 bairros de BH e da cidade histórica.

Durante os próximos 30 meses, o trabalho será o de corrigir todo o traçado, desfazer os cruzamentos entre a linha dos trens e ruas e avenidas – as chamadas passagens de nível – , que serão substituídas por viadutos. A travessia se tornará mais segurança e contará com passarelas. Enquanto confere detalhes do início das obras, o gerente geral da área de logística da Vale, Maurício Maia Cretella, afirma que o projeto já prevê viadutos e outras intervenções urbanas compatíveis com o futuro planejamento da expansão da região, outro ganho importante.

Para execução do projeto, 174 famílias serão realocadas em BH, onde 70% das negociações com os moradores já foram concluídas. Em Sabará, que concentra 5,3 km de linha férrea, 299 famílias terão de ser reassentadas. A discussão fundiária está na etapa inicial. A modernização da linha férrea promete a melhora das condições de mobilidade urbana e segurança nos bairros do Horto, Esplanada, Boa Vista, São Geraldo, Vera Cruz, Alto Vera Cruz, Caetano Furquim e Casa Branca, na capital; e Marzagão, Nações Unidas e General Carneiro, em Sabará.

Em Belo Horizonte, as obras começam pela construção de um viaduto férreo sobre a Avenida Itaituba, no Bairro São Geraldo, e de um viaduto rodoviário ligando a Avenida dos Andradas ao Bairro Caetano Furquim, com o erguimento de passarelas. Responsável pelo projeto na Vale, Luciano Almada de Oliveira informou que haverá frentes de trabalho simultâneas no percurso entre a capital e Sabará. O serviço de transporte na ferrovia não vai parar. Na cidade histórica, será feita a maior obra de arte do projeto, um viaduto ferroviário de 30 metros de altura e 150 metros de extensão.

Os serviços vão empregar 1 mil trabalhadores no pico das obras, previsto para meados de 2012. Cerca de 10% desse quadro são profissionais do corpo técnico, incluindo engenheiros de obras, de segurança e meio ambiente. A Vale está bancando um programa de capacitação para 300 trabalhadores, dos quais metade já concluiu os cursos de pedreiro, carpinteiro e armador. A intenção, segundo Luciano Oliveira, é desenvolver a mão de obra local.

Área necessária ao projeto de duplicação e modernização da linha férrea, o campo do Pompeia Futebol Clube será realocado para as vizinhanças do atual endereço, com a construção de instalações modernas. O novo traçado contempla obras de lazer na Região Leste de BH e em Sabará.



Escrito por Jean às 12h57
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IME - Instituto Mineiro de Esportes

  

O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej), e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) concluíram, nessa quarta-feira (3), mais uma etapa das obras do Instituto Mineiro de Esportes (IME). O complexo esportivo, localizado ao lado do Complexo Mineirão-Mineirinho e integrado ao Centro Esportivo Universitário (CEU), na Pampulha, em Belo Horizonte, receberá investimentos de R$ 62,3 milhões do Governo de Minas. “Concluímos a fundação do bloco do parque aquático e já iniciamos o levantamento dos pilares. Estamos dentro do cronograma e nossa estimativa é a de que o espaço seja inaugurado em 2013”, prevê o engenheiro Nelson Rodrigues da Costa, responsável pela coordenação de 150 homens que trabalham na construção.

O centro de treinamento esportivo de alta qualidade e moderna tecnologia possuirá três módulos. O primeiro deles, em fase de conclusão, dispõe de pista de atletismo, e será inaugurado ainda em 2011. O segundo, que conterá o parque aquático e a administração, começou a ser construído em dezembro de 2010 e será implantado ao longo da avenida Alfredo Camarate. O complexo abrigará a entrada principal do conjunto esportivo, a administração, o parque aquático, incluídos vestiários, a estação de tratamento e aquecimento de água e os depósitos de apoio ao parque, e instalações comuns a todas as modalidades esportivas, como musculação, hidroterapia, fisioterapia e consultórios médico e odontológico e para nutricionista. A entrega do parque está prevista para dezembro de 2013. O terceiro módulo, que reunirá pavilhão esportivo, área de ginástica olímpica, área externa, guarita e subestações, será finalizado no primeiro semestre de 2012.

O IME terá capacidade para atendimento gratuito de 2 a 2,5 mil atletas de todas as classes sociais por dia, uma vez que o plano de gestão prevê o seu custeio pelas federações, através de subsídios, e possibilitará o treinamento e a prestação de toda a assistência necessária, seja médica, odontológica ou nutricional, em um único local. Além disso, será construído um estacionamento com capacidade para 304 veículos, incluídas 20 vagas com acessibilidade universal e seis para ônibus.



Escrito por Jean às 08h11
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COMPLEXO CULTURAL

 

Está marcada para 2014 a entrega de um dos mais ousados projetos estatais para a cultura de Minas Gerais. Orçada em R$ 140 milhões e ocupando 14,4 mil metros quadrados no Barro Preto, em Belo Horizonte, a futura Estação da Cultura Presidente Itamar Franco abrigará as sedes da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, da Rádio Inconfidência e da Rede Minas de Televisão, incluindo ainda moderna sala de concerto para música erudita e espaço de convivência.

O terreno escolhido para a instalação do conjunto arquitetônico fica no quarteirão delimitado pelas ruas Gonçalves Dias, Tenente Brito Melo, Uberaba e Alvarenga Peixoto, próximo às avenidas do Contorno e Amazonas, vizinho ao 12º Batalhão de Infantaria do Exército Brasileiro. Os trâmites de licitação para execução do projeto devem ser decididos este ano. A previsão é que as obras comecem no segundo semestre de 2012.

 “A intenção é investir na infraestrutura cultural do estado e do município, entendendo esse projeto como algo estratégico. Será a primeira sala de concerto especializada em música sinfônica no país e incluirá Minas Gerais nesse circuito, que é muito rigoroso. Os demais espaços brasileiros são adaptações, ou seja, não foram construídos para abrigar uma sala como essa. Acredito que ela terá visibilidade internacional”, afirma Eliane Parreiras, secretária de Estado de Cultura de Minas Gerais.

Com capacidade para 1,4 mil pessoas, a sala de concerto terá tratamento acústico diferenciado, com sistema de ajuste sonoro para repertórios distintos feito por um grande difusor móvel acima do palco e bandeiras acústicas nas paredes laterais. O espaço contará com infraestrutura para gravações de áudio e vídeo, iluminação cênica, pontos de apoio para equipes de televisão, segurança e acessibilidade a portadores de necessidades especiais.

Convivência A Rádio Inconfidência e a Rede Minas de Televisão serão instaladas em prédio de oito andares e terão estúdios e redação equipados com tecnologia de ponta. Como trabalharão de forma integrada, é dada como certa a transmissão dos concertos realizados no local por rádio e televisão. A propósito, as antenas transmitidoras serão um dos pontos de referência do conjunto arquitetônico, com formato estilizado e posicionadas sobre torre de 75 metros de altura.

A praça de entrada terá jardins, pérgula para sombreamento, bancos, lagos e café, distribuídos no centro de convivência com 8 mil metros quadrados. O imóvel hoje existente no local, tombado como patrimônio histórico do município, será restaurado para abrigar restaurante e café.

 



Escrito por Jean às 13h28
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MINEIRÃO - IMAGENS



Escrito por Jean às 16h37
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